Terapia de Cutuvelo é uma entidade sem fins lucrativos, destinada ao ócio descompromissado e às conversas típicas de botequim. A denominação vem do saudável hábito de “fincar” o cotovelo no balcão e mandar descer a cerveja.
Os sócios fundadores e vitalícios são: Assis(in memoriam), Antonio José, Zé Luiz, Carlinhos e Rubem.
Cidade oferece missa para cachorro Uma igreja da cidade de Danvers, no estado de Massachusetts (EUA), vai oferecer, a partir deste mês, uma missa mensal para os cachorros, direito a 'latido sacro' Com o estranho nome de "Celebração da pata do animal de estimação", o evento terá duração de 30 minutos e reunirá cachorros e seus donos dentro do templo. Todos os bichos serão aceitos na igreja, desde que se comportem bem. A reverenda Thea Keith-Lucas abraça seu pet, Pippin.- (Foto:The Salem News) Leia mais em: g1.globo.com/planeta-bizarro
QUANDO UM HOMEM AMA UMA MULHER(WHEN A MAN LOVES A WOMAN)(ST) - Uma mulher com duas filhas vive atormentada pelo passado e aos poucos vai se tornando alcoólatra. Ela decide mudar sua vida e para que isso aconteça, ela conta com a ajuda de um homem. A trama tem as presenças de Andy Garcia, Meg Ryan e Ellen Burstyn. O nome da música é o nome do filme. WHEN A MAN LOVES A WOMAN com PERCY SLEDGE.
Na Austrália, o “ressurgimento” da rã "litoria castanea" ganhou ares de festa patriótica, com direito a anúncio feito pelo ministro do Meio Ambiente e Mudança Climática, Frank Sartor.
AS HORAS NUAS -Lygia Fagundes Telles Rosa Ambrósio, uma atriz de teatro decadente, passa em revista, entre generosas doses de uísque, os amores de sua vida. O primo Miguel, sua paixão adolescente, morreu de overdose por volta dos vinte anos. Gregório, seu marido, virou um homem taciturno depois que foi torturado pela ditadura militar. Diogo, seu amante e último companheiro, trocou-a por moças mais jovens. Leia mais em: www.companhiadasletras.com.br
TODA LINGUAGEM Antonio Carlos Secchin Toda linguagem é vertigem, farsa, verso fingido no desígnio do signo que me cria, ao criá-lo. O que faço, o que desmonto, são imagens corroídas, ruínas de linguagem, vozes avaras e mentidas. O que eu calo e o que não digo atropelam meu percurso. Respiro o espaço fraturado pela fala e me deponho, inverso, no subsolo do discurso. Leia mais em: www.algumapoesia.com.br