CARTÃO DE VISITA

CARTÃO DE VISITA
PAISAGENS DE MINAS - Conceição das Pedras

sábado, 24 de janeiro de 2009

MULHER AO VOLANTE


Segundo flagrante da série -"ATOLAMENTO"
Ô gente!!! Manda chamar o guincho.

CLÁSSICOS DA POESIA

Poema da amante
Adalgisa Nery
Eu te amo
antes e depois de todos os acontecimentos,
na profunda imensidade do vazio
e a cada lágrima dos meus pensamentos.
Eu te amo
em todos os ventos que cantam,
em todas as sombras que choram,
na extensão infinita dos tempos
até a região onde os silêncios moram.
Eu te amo
em todas as transformações da vida,
em todos os caminhos do medo,
a angústia da vontade perdida
e na dor que se veste em segredo.
Eu te amo
em tudo que estás presente,
no olhar dos astros que te alcançam
e em tudo que ainda estás ausente.
Eu te amo
desde a criação das águas,
desde a idéia do fogo
e antes do primeiro riso e da primeira mágoa.
Eu te amo perdidamente
desde a grande nebulosa
até depois que o universo cair sobre mim.

ESSE MUNDO MUITO LOUCO

O francês Luis Colet, de 62 anos, bateu no último sábado (17), em Perpignan (França), o recorde mundial de discurso mais longo, ao falar, sem interrupções, durante 124 horas, ou seja, mais de cinco dias.
Colet, funcionário público e guia do Museu de Artes e Tradições Catalãs, pulverizou o recorde anterior, que era de 120 horas. Ele começou a falar às 10h do dia 12 de janeiro e parou às 14h deste sábado, dia 17. Durante o período, Colet não pôde dormir e só se alimentou com refeições rápidas, com o objetivo de que seu discurso não fosse interrompido. Essa é a segunda vez que ele alcança essa marca. Em 2004, Colet tinha estipulado o recorde ao falar sem parar durante 48 horas. Durante as 124 horas, Colet alternou textos e poemas de grandes autores, além de textos pessoais. Ele dedicou bastante tempo a Salvador Dalí, um de seus artistas favoritos, e à cultura catalã, que defende ardentemente. Colet esteve acompanhado por um grande público durante a quebra do recorde. "É um grande dia para mim e dedico esse recorde a todos aqueles que defendem a cultura e a língua catalã", disse Colet.
Texto –g1.globo.com = Foto: Raymond Roig/AFP)

TERAPIA MUSICAL


Roberto Carlos - Coimbra(sua autoria)(colaborou-Assis Horta)

OBAMAMANIA

OBAMA CONGELA SALÁRIOS DE CARGOS ALTOS
Depois das comemorações de posse, o presidente americano Barack Obama deu as boas-vindas aos membros de seu governo nesta quarta-feira(21/01) e anunciou o congelamento dos salários mais altos da Casa Branca. "Durante esse período de crise econômica, as famílias estão passando por necessidade, então o mesmo deve ocorrer em Washington", disse Obama em discurso.
A medida foi tomada por conta da crise econômica mundial. Obama pediu a compreensão de todos os afetados pela medida - os funcionários que ganham mais de 100.000 dólares ao ano (pouco mais de 235.000 reais por ano). Ele também reafirmou que não irá tolerar a influência de lobistas e prometeu um governo transparente.
Extraído da veja.abril.com.br(21 de janeiro de 2009)
FALA A VERDADE. DÁ UMA INVEJA, NÉ NÃO?

XÔ PRECONCEITO

Essa moça bonita é Clarice Zeitel, dançarina do Caldeirão do Huck. Ela acaba de ser premiada pela UNESCO, pela redação sobre ‘Como vencer a pobreza e a desigualdade’, concorrendo com 50 mil outras redações. Clarice, que em julho conclui o curso de direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro, pretende ser defensora pública. Em homenagem a ela, publicamos o texto da sua redação.

PÁTRIA MADRASTA VIL
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência... Exagero de escassez... Contraditórios?? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e friamente sistematizada – de contradições.
Há quem diga que "dos filhos deste solo és mãe gentil.", mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não "tapa o sol com a peneira". Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica. E mesmo há 200 anos não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro PACote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem! A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situ adas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona? Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos...
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente... Ou como bicho?

Foto = extra.globo.com(colaborou-Assis Horta)

NOVOS PROVÉRBIOS

Quem tudo quer... tudo pede.(colaboração:Líria Porto)

FELIZ ANIVERSÁRIO

O Fusca começa a ser produzido no dia 3 de janeiro de 1959, com um índice de nacionalização de 54%. A primeira unidade é adquirida pelo empresário paulista Eduardo Andrea Matarazzo. No dia 18 de novembro, a fábrica é inaugurada oficialmente. A Volks brasileira fecha o ano com 8.406 unidades vendidas.
Texto/imagem:
www.carroantigo.com

POSTAIS DO MUNDO


PALAFITAS DE PESCADORES
VENEZUELA

FILOSOFANDO

Casamento começa em motel e termina em "pensão"!