Terapia de Cutuvelo é uma entidade sem fins lucrativos, destinada ao ócio descompromissado e às conversas típicas de botequim. A denominação vem do saudável hábito de “fincar” o cotovelo no balcão e mandar descer a cerveja. Os sócios fundadores e vitalícios são: Assis(in memoriam), Antonio José, Zé Luiz, Carlinhos e Rubem.
CARTÃO DE VISITA
PAISAGENS DE MINAS - Conceição das Pedras
sábado, 25 de abril de 2009
SÓ NO BRASIL
Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:
· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
· e muito mais...
Esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site:
Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.
Divulgue para o máximo de pessoas!
O link é esse aqui - www.dominiopublico.gov.br
Colaborou Marília Dornas – Sucursal Brasília
SEU ÚLTIMO DIA
SUA POESIA
MARINA MORENA PASSADOR
Eu não conto o passar dos anos
Eu coleciono capítulos de vida
Em alguns estou com as faces leves, o corpo firme
FaceiraAssim como você.
Em outros sofro como a protagonista de um melodrama
Perco-me numa maré de azar e tristeza, que me engole e me cospe em momentos fugazes
Nestes momentos, filha, agarro-me à leitura dos capítulos férteis
Devoro-os compulsivamente para virar as páginas sombrias.
As linhas da minha vida não são as do rosto, não
Mas sim as do papel
Preencho-as com as mais intensas explosões,
Impressas em linda caligrafia
Cor nanquim.
Eu não perco a memória
Apenas transformo trechos desafortunados em folhas em branco.
Certa vez, arranquei umas páginas de um capítulo
Mas me arrependi
Por mais que não fossem caras a mim,
Ali repousava uma parte de eu mesma
Meus capítulos não envelhecem
É o tempo que lhes confere um amarelado charmoso
E lhe seca um pouco as páginas – devo confessar
Elas ficam delicadas; carecem de um cuidado especial
Mas se você escutar a voz que elas carregam consigo
Verás que não há nada mais vigoroso do que as histórias contadas ali
Obrigado Marina pela autorização para publicar esta beleza.
O Blog dela é: Pensamentos transitivos
ESSE MUNDO MUITO LOUCO
DIRETO PRA LIXEIRA
Na absoluta falta do que fazer propõem os mais inúteis e idiotas projetos.
Veja alguns exemplos citados na reportagem.
Aprovados na Câmara: Dia Nacional da Baiana de Acarajé; Dia do Rock, apresentado pelo desocupado nelson pelegrino(pt-Ba); Dia Nacional da Visão, de autoria do sem ter o que fazer senador alvaro dias(psdb-Pr)
Tão importantes projetos circulam pela secretaria geral; comissões; gabinetes e outras e outras instâncias até chegar ao ponto de ser sancionado pela presidência da república.
Esses malandros nos custam 10(dez) milhões por ano, CADA UM.
BEM FEITO! QUEM MANDOU VOCÊ VOTAR?
VOCÊ E SUA LÁPIDE - PARTE 2
Enfim, fóssil.
ASSISTENTE SOCIAL
Alguém aí, me ajude!
BROTHER
Fui.
CARTUNISTA
Partiu sem deixar traços.
DELEGADO
Tá olhando o quê? Circulando, circulando...
ECOLOGISTA
Entrei em extinção.
Colaborou Juliana Dornas
domingo, 19 de abril de 2009
CINETERAPIA
A LISTA DE SCHINDLER(SCHINDLER'S LIST)- História veridica passada na Segunda Guerra Mundial. Industrial alemão salva centenas de judeus poloneses empregando-os em uma fábrica de panelas. O filme ganhou o Oscar de filme e direção(Steven Spilberg) de 1993. Liam Neeson, Ralph Fiennes e Ben Kingsley são os nomes principais. Na trilha sonora um ícone da música americana. BILLIE HOLYDAY canta GOD BLESS THE CHILD.
Encontrada há um mês a lista preparada pelo industrial alemão Oskar Schindler, que ajudou a salvar mais de mil judeus dos campos de concentração na Segunda Guerra, foi encontrada em uma biblioteca de Sydney, na Austrália, que não sabia que estava de posse do documento.
A lista foi encontrada em meio a notas de pesquisa e recortes de jornais alemães usados pelo escritor australiano Thomas Keneally, autor do livro A arca de Schindler, em que se baseou o filme A lista de Schindler, de Steven Spielberg.
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